terça-feira, 10 de junho de 2014

2 - União dos Quadrilheiros e sua pouca fé

Receio que na minha postagem anterior eu tenha sido muito rigido com a dirotoria da Paixão Junina em 2013. Quero deixar bem claro que tenho muita admiração com o atual presidente Nando Pires por ter enfrentado, mesmos em experiencia e sem recursos o São João de 2013 e que toda minha critica, se baseou não nessa rigorosidade dos fatos, mas tamb´me na má elaboração de um projeto tão grande. Espero que compreendam-me.

Continuando...

Em 2012 tive a oportunidade de ser responsável pela criação da campanha eleitoral do atual prefeito de Maranguape, Átila Câmara, que além da oportunidade de expandir meu currículo me proporcionou conhecer várias pessoas e criar novos laços de amizade. Dentre esses laços conheci, Leandro Lopes, um amante incondicional da cultura junina e que tem um vasco currículo em quadrilhas conhecidas da cidade, tal como a principal e minha eterna paixão a quadrilha Cada Macaco no seu ganho que em 2006 a 2010 pude acompanhar de longe e nos últimos anos de pertinho. Com Leandro ao meu lado, pudemos testemunhar e muitas vezes conversar sobre essa situação em nossa cidade. Então compartilhamos um desejo em comum que seria unir os quadrilheiros da cidade em uma única e grande quadrilha que representasse uma nova proposta e que seria para nossa cidade a única e absoluta representante nos festivais cidade a fora. Bom, era um deseja de Leandro muito grande criar esse projeto, assim como era um sonho meu a muito tempo guardado no meu coração e que ao longo de todo desenvolvimento do projeto, tornou-se também um sonho de vários outros quadrilheiros que oa poucos foram compartilhando tal desejo.

Lembro-me que em uma tarde de terça feira, acredito que finalzinho de Maio, conversávamos sobre o passado maravilhoso das quadrilhas de Maranguape em que reinavam absolutas a Quadrilha Cada Macaco no seu galho, Quadrilha pé de Serra, Pé de moleque, Asa Branca... dentre outros nomes que foram surgiando e alimentando mais e mais aquele maravilhoso momento de nostalgia. Realmente foram anos maravilhosos e incansáveis de muitas alegrias e que até a fortes e violentas rivalidade eram divertidas de se comentar. Foi nessa hora que notamos que poderíamos e tínhamos ingredientes para o surgimento dessa alegria e desse sonho. E nessa mesma tarde decidimos sair pela rua a fora em busca dos quadrilheiros que comungasse desse sonho, daí então começou a mais suada e dolorosa caminhada dos quadrilheiros da cidade, unir-se e tornar-se forte parra ressuscitar o verdadeiro São João da nossa terra.

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